quinta-feira, 15 de julho de 2010

CABELO CABELEIRA CABELUDA DESCABELADA!


" O Acessório Essencial


Cabelo! Te quero muito, e muito bem! Te quero por cima da face, no ombro, liso, bem natural. Emoldura meu rosto, revela o meu ânimo. Cabelo, cabelo meu, nesse teu jogo de esconder e transparecer, protege os meus olhos contra a luz, me torna sagrada, revela apenas o necessário. Brilhe e ofusque a luz dos olhares invejosos.A famosa Diva Jessica Rabbit sabe muito bem do poder de sedução de um cabelo bem escovado, escondendo e revelando, vestindo o rosto. Jessica é personagem do filme ”Uma Cilada para Roger Rabbit” (Who Framed Roger Rabbit?), de 1988 e usa seu cabelo como complemento para a sedução. O filme mistura cenas reais com desenho animado e Jessica vive uma sensual dançarina que deseja ir para o mundo real.Jessica nos serve como inspiração para expor a beleza presente na maioria dos shows de Alta-Costura de Inverno 2010, que se encerrou dia 8 desta semana. O cabelo, sempre solto, às vezes em cima do rosto, às vezes assanhado, descabelado, revela a beleza nata e emoldura o rosto de forma misteriosa.Proteja-se! "

Por Anderson Cleyton
Ilustrações Mark Greiner09 . 07 . 2010

REBECCA HORN, ALEXANDER MCQUEEN, SARAH BURTON

"O Risco RebeladoPor Mark Greiner08 . 07 . 2010

Na última temporada da Moda Carioca tive a oportunidade de me deparar com a primeira exposição brasileira da artista visual alemã Rebecca Horn, Rebelião em Silêncio. Esta mulher de 67 anos, com uma carreira que permeia as últimas quatro décadas, conquistou, através de sua obra, um lugar de destaque no mundo das artes e no inconsciente imagético de muitos.Entender que “fazer Arte é arriscar, desconfortar, deslocar, revalorar a matéria e flertar com o perigo”, palavras retiradas da apresentação de Marcello Dantas, curador da exposição, revela que a matéria prima fundamental de Horn é o risco.Compreendi ali, admirando obras como a Grande Roda de Penas, Amor e ódio, Concerto para Anarquia que é impossível nos mantermos indiferentes frente aos seus questionamentos e, que seja por um processo sinestésico ou não, essa reflexão em busca de uma alma própria e o constante confronto com o perigo estão contidos no legado do estilista britânico Alexander McQueen.Seria leviano estabelecer conexões?! Seria McQueen um admirador de Horn?!O nome “Alexander McQueen” volta à tona neste momento no qual Sarah Burton, sua assistente, assume o controle criativo da marca e assina a primeira coleção Resort Feminina, após sua morte.Enquanto admirador do trabalho desse criador, um homem que veio ao mundo com a missão de comunicar valores através da Moda, revelo aqui que senti sua falta...Eu, como mero “expectador online”, desejo sorte a Sarah Burton, pois acredito que seu trabalho ainda tem muito por dizer. "

por Mark Greiner

Fonte: http://www.dfhouse.com.br/sis.secao.artigos.content.asp?pasta=1&pagina=2&a=2&ar=112

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Importado invade coleção de grife nacional

A exemplo das marcas estrangeiras, brasileiras expandem compras de matérias-primas e, agora, de roupas prontas, sobretudo da ÁsiaNo geral, importação de têxteis cresceu 189% no primeiro bimestre deste ano, segundo o Ministério do Desenvolvimento A Colcci importa roupas prontas da Índia e de outros países da Ásia. A Totem tem uma estrutura de produção na Indonésia. A M.Officer e a Clô Orozco compram seda da China. Peças da linha casa da Le Lis Blanc vêm da Ásia. E até 70% dos tricôs da Huis Clos nesta coleção de inverno têm origem chinesa.A importação de tecidos, de aviamentos e, mais recentemente, de peças já confeccionadas cresce entre as grifes nacionais, a exemplo do que já ocorreu com as marcas internacionais e as maiores lojas de departamento brasileiras.Segundo o Ministério do Desenvolvimento, o valor em dólares das importações de têxteis -de matérias-primas a bens finais- avançou 189% no primeiro bimestre ante igual período de 2009. Em toneladas, o incremento das compras foi de 274% em um ano."Quando você entra na Miu Miu e vê uma jaqueta de couro "made in China", você percebe que algo está mudando. Se a Prada fabrica ali, é porque a coisa não é tão ruim. Isso nos desperta e nos provoca", diz Adriano Iódice, diretor operacional da marca, que já compra tecidos e aviamentos da Ásia. A Iódice deve começar a importar também peças prontas.Roupas básicasA importação de tecidos avança mais rapidamente do que a compra de peças prontas. As grifes nacionais têm dificuldade de encomendar em grande quantidade, condição para que a terceirização da produção se justifique. Na compra de peças prontas, a tendência é optar por itens básicos como tricôs, malhas e tops, já que peças mais elaboradas não são vendidas em escala.A Huis Clos, por exemplo, compra os tricôs importados e depois personaliza as cores. A marca estuda a possibilidade de encomendar outros tipos de roupa já pronta também para a Maria Garcia, segunda marca da casa."Trabalhamos no mercado de luxo e, cada vez mais, notamos que a China expande o leque de opções. E com preços muito bons", afirma Maira Himmelstein, responsável pelo planejamento de coleções da grife.O estilista Carlos Miele, da M. Officer, destaca, porém, que há entraves para a importação. Segundo ele, aqui, no Brasil, há obstáculos ligados à logística de importação e à alta tributação do produto estrangeiro. Mesmo assim, a importação compensa em alguns casos. Miele diz que, no caso de produtos como a seda e o cashmere, "a diferença de preço e a qualidade da China são mais convidativas" que as condições do Brasil.Indústria nacionalDe acordo com a Abit (que representa a indústria têxtil nacional), "as importações têm crescido velozmente" nos insumos para a produção, assim como no produto final. Estimativa aponta que 8% das roupas no Brasil são importadas -o percentual variava de 1% a 1,5% há cinco anos. Nos tricôs, a participação dos importados alcança 40%, segundo a associação.Quanto aos bens intermediários -tecidos e aviamentos, por exemplo-, a Abit informa que o percentual de importados não é inferior a 25%."A Abit nada tem contra o comércio internacional, mas é categoricamente contrária ao fato de gerarmos empregos fora do Brasil não por ineficiência do trabalhador ou do empresário, mas por variáveis desequilibradas, como câmbio, juros e carga tributária, que não são competitivos quando comparados aos dos concorrentes", afirma Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Abit.Pimentel afirma que a dificuldade de concorrer com os asiáticos aumentou no pós-crise. Com a queda no consumo dos americanos e dos europeus, China, Índia, Bangladesh, Camboja e outros grandes produtores de têxteis e confecções ficaram mais agressivos para ganhar mercados emergentes, como o Brasil.

Fonte:
Autor(es): VERENA FORNETTI DA REDAÇÃO
Folha de S. Paulo - 04/04/2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

Herchcovitch na C&A

"Quis fazer roupa infantil, não infantilóide", diz Herchcovitch de linha para C&A

O estilista Alexandre Herchcovitch apresentou na noite desta terça-feira (23), em desfile no Fashion Kids, na Villa Daslu, sua primeira coleção infantil criada em parceria com a C&A, que chegará às lojas em maio.

Herchcovitch havia começado a criar peças para crianças em 1998, com foco em camisetas, para suprir uma demanda de seus clientes que gostariam de vestir os filhos com peças similares às suas. “Mas nunca tinha feito uma coleção tão completa [quanto a da C&A], com calças, camisetas, acessórios”, disse o estilista do backtage durante entrevista coletiva.

Para ele, o foco da coleção está em peças mais clássicas, algo de que sente falta no mercado de moda infantil. “Não gosto de criança vestida de adulto, de menina de salto alto... Quis fazer roupa infantil, mas não infantilóide”, contou.

Da coleção, fazem parte cerca de 45 peças para crianças até 14 anos, que focam o trabalho de estamparia. O xadrez, tradicional no trabalho de Herchcovitch, aparece com destaque na coleção, tanto nas criações masculinas quanto nas femininas; as caveiras, sua marca-registrada, surgem pontualmente, detalhando algumas peças. O mix de padronagens é forte nos xadrezes diferentes – preto e branco ou coloridos –, no pie-de-poule mini e médio, no pois ou no macacão de calça com camisa.

Aos pais que buscam dicas de como vestir melhor seus filhos, Herchcovitch sugere: “ouçam o que eles querem, porque hoje as crianças já sabem o que querem”.

Filhos de topsAntes da coletiva com Herchcovitch, a C&A organizou um bate-papo com o seu time de supermodelos, composto por Ana Beatriz Barros, Caroline Ribeiro e Isabeli Fontana, e o ator Cauã Reymond, que desfilaram ao lado das crianças durante o Fashion Kids.

Isabeli ainda tenta contra-argumentar com os filhos, todos cheios de opinião em relação ao seu guarda-roupa. “As vezes, eles misturam umas coisas que não combinam. E eu falo ‘não, coloca essa peça’”, disse ela, que gosta de um estilo mais despojado para os pequenos.

Carol levanta o lado confortável das peças como um dos mais importantes na hora de comprar as roupas, escolhidas pelo filho João, 6. “Tem de ser confortável e de preço acessível, já que eles crescem todo mês”, disse.

Fonte: www.estilo.uol.com.br/

sexta-feira, 5 de março de 2010

Qual é a profissão?

Ivete Sangalo agora é estilista?
Piada ou não, ela agora "fez" uma coleção para Riachuelo, além de ser a garota propaganda, também foi a "estilista".

Para os que se empenham, fazem faculdade, pós-gradução, doutorado, mestrado; estudam no Brasil e no exterior, a oportunidade nem sempre é igual. Infelizmente as profissões se misturam e o conhecimento fica perdido ou melhor, escondido dentro das 4 paredes da empresa que está lançando a marca.

A Ivete e sua equipe de merchan...parabéns mais uma vez por usar seu lado carismático; para as pessoas que estudam e não chegam neste patamar, continuem na luta....o DIA irá chegar.